domingo, 29 de julho de 2012

razoável razão

A razão que domina o espírito
o espírito que se deixa jogar
o espírito que se limita
o ser que seja
que foi
fim

e ai!
de pouquinho
em indozinho a passinhos
trôpegos, bêbados de paixão
oriunda de um coração que amou
e que se questionou após o sentir ser

- Cala-te, tolo sentimento ignoto!

sem amor
só o orgulho
só o ego
só o seu
só o meu
em separados
sentem a si
sem o outro

A razão zombou do espírito
em sono dormido e acordado

A razão des-sonhou o desejo
em encontros malogrados

A razão desmistificou o belo
em seres pelo orgulho desmoronados

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