Do sentir raiva nasceu a liberdade, e não havia mais a necessidade de querer o louco, desejar o desvairado, ansiar o incompreendido. Um sentimento de raiva a gritar - raiva por não poder compreender se simplesmente o caso em questão era um caso que era ou um caso que não era. E assim, na indecisão, optou por permanecer como observador. E é fato - todo observador não pode desconsiderar o fato de que o envolvimento é inevitável. E como o caso era de não se saber o nome, o envolvido se viu emaranhado em um turbilhão de sentimentos bizarros.
A raiva grita sem a ajuda do indivíduo: nascimento do desapego da razão.
A raiva gritou e disse chega! E seguiu reverberando liberdade no ser que agora saía, ainda sem resposta sobre o ser ou não ser da coisa, todavia, sabendo que daquilo agora estava desapegado.
A raiva grita sem a ajuda do indivíduo: nascimento do desapego da razão.
A raiva gritou e disse chega! E seguiu reverberando liberdade no ser que agora saía, ainda sem resposta sobre o ser ou não ser da coisa, todavia, sabendo que daquilo agora estava desapegado.
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