A lâmpada acesa de iluminar o breu naquilo que do desconhecido cativa-se do escuro, e naquilo de onde se procura fazer mais e mais sombra de cinzar e ansiar a morte eminente do encontro que ali há.
Pendurada tosca no teto, a lâmpada objeto segreda o breu.
Cala de pouco e pouco um escuro que de tão vazio de sentimento, entorna-se.
E enche-se do nada da solidão.
A lâmpada é tão sem nada. É disfarce. Não precisava estar ali.
Esconderia melhor a amargura do semblante apaixonado.
E a lâmpada tão sem nada, tão pragmática, tão tosca, continua a sua tarefa de iluminar o vazio da escuridão metafórica do apartamento mais o oco dos corpos que não se desejam reciprocamente.
É apenas um apartamento a mais.
Um cenário a mais. Um desdém a mais.
De mais uma noite clichê: a sós com uma taça de vinho seco.
Pendurada tosca no teto, a lâmpada objeto segreda o breu.
Cala de pouco e pouco um escuro que de tão vazio de sentimento, entorna-se.
E enche-se do nada da solidão.
A lâmpada é tão sem nada. É disfarce. Não precisava estar ali.
Esconderia melhor a amargura do semblante apaixonado.
E a lâmpada tão sem nada, tão pragmática, tão tosca, continua a sua tarefa de iluminar o vazio da escuridão metafórica do apartamento mais o oco dos corpos que não se desejam reciprocamente.
É apenas um apartamento a mais.
Um cenário a mais. Um desdém a mais.
De mais uma noite clichê: a sós com uma taça de vinho seco.
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