segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Dos porquês subjetivados

Disse-me uma amiga: "escreva que passa!". Eis-me então de volta a escrever.
Para nós, seres pitorescos escrevinhadores, os tempos de maus laços afetivos são, de certa forma frutíferos, uma vez que escrevemos.

Enfim, sem falar sobre escrever, mas escrever propriamente dito, escrevo.

Queria era poder viver o vermelho de verdade como do desejado desde o início primeiro. Desde o primeiro som dali do alto oriundo, que veio e fez morada na memória da escrevinhadora, "se instalou feito um posseiro", ah!, mas que merda! e essa agora!

Um dia - esse dia podia ser amanhã mesmo, ou por que não esta noite? - gostaria de passear no desconhecido desejado os desejos platônicos enfeitados em diálogo desconexo.

Respostas vêm sem darem resposta.

Está tudo guardado na geladeira para depois do carnaval.

Enquanto isso, mais um pouco de Plínio e sua História Natural... ou ainda, mais um pouco de horas perdidas na frente do computador a criar mundos subjetivos emaranhados de esquisitices.

O jeito é sair pra dançar, pois o corpo que se move é, deveras, a única coisa capaz de fazer, de fato, a mente bem funcionar.     

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