quinta-feira, 27 de maio de 2010

O estrangeiro

O Estrangeiro foi uma das crônicas que li nesta semana, de Arthur Dapieve. Escrita entre o final de 2005 e começo de 2006, para não dizer no reveillon entre estas datas supracitadas, a crônica fala da dificuldade de se perder uma mãe.

No final do ano passado tive uma síncope: minha mãe, que é única, pois mães são únicas, quase bateu com as botas e foi bater um lero com São Pedro.

Recuperada quase 100% do AVC, hoje minha mama está melhor.

A síncope me trouxe uma outra perspectiva de mundo. Amadureci. Pela primeira vez na vida, e olhe que sou portadora de 26 anos, o que para muitos é muito e que para outros muitos é pouco.

Se minha mãe morresse, estaria só no mundo. Sentimento. Cada um tem o seu.

Mas isso deve acontecer para nos demonstrar o quanto o ser humano é frágil

Enfim, quem puder, leia o conto de Arthur Dapieve.

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